Cerejeiras

“Em uma encosta de montanha, solitária, não acompanhada, se encontra uma árvore de cerejeira. Exceto para você, amiga solitária, para os outros eu sou desconhecido.” (Abade Gyôson – 1055/1135) oOo Oi! Passei aqui para avisar que as cerejeiras de Nova Friburgo estão florescendo. Além de deixar a cidade muito mais bonita, são sempre um temaContinuar lendo “Cerejeiras”

O caso dos doze comprimidos

Aconteceu comigo. Minto, ainda acontece e faço questão de contar.  Infelizmente sabemos que tirando as curas milagrosas de Jesus, ainda não existe um meio eficaz de curar uma doença sem utilizar algum tipo de remédio, qualquer um, mesmo que seja um placebo! O pior é que dependendo da gravidade de seu estado, mais medicação seráContinuar lendo “O caso dos doze comprimidos”

Não sei ler e escrever

E se eu escrevesse um romance,  novela, um conto que seja? Quem sabe, um poema! Uma crônica serve?  Ou você prefere um livro de receitas? Pois é… Tudo para te agradar. Mas, como você notou, não leio ou escrevo mais nada triste, alegre, feio ou bonito. E sequer sei cozinhar… Desculpe. Carlos Emerson Junior (junhoContinuar lendo “Não sei ler e escrever”

Máscaras

Não serei injusto, até agora, as únicas armas que dispomos para evitar o Covid-19 são o isolamento social e as máscaras de proteção respiratória, sejam elas de TNT, pano, tricoline, descartáveis, reutilizáveis, caseiras, industriais, artesanais, fashion e por aí vai. Sorte nossa! Na última grande guerra a população só dispunha de máscaras contra gases venenososContinuar lendo “Máscaras”

Vai passar, Nova Friburgo!

O que você faz quando precisa escrever um texto e a inspiração, ideias, criatividade e disposição desaparecem? Já notaram que em tempos de quarentena (pra valer), ficamos mais lentos, dispersos, desligados e, por que não, preguiçosos? Se faz frio e chove, como hoje, aí degringola tudo. Se sair da cama passa a ser um suplício,Continuar lendo “Vai passar, Nova Friburgo!”

A crônica das bananas

Uma jovem distraída resolve preparar uma iguaria de infância, banana cozida, servida com açúcar e canela, uma delícia. Liga para o mercadinho da rua e pede para entregarem em sua casa 5 bananas da terra, bem maduras. O atendente anota o pedido, negociam, combinam a entrega e voltam as suas atividades: ela, terminar o trabalhoContinuar lendo “A crônica das bananas”

A morte da bezerra

“A bezerra morreu.Santinha, moça bonita e muito dada,informa, amuada:– põe na conta do Abreu.” O “Seu” Biu Clintom, inconformado, furioso, esquecendo-se que o burro acredita em tudo o que lhe dizem, passou a mão na peixeira e jurou vingança. Aquilo não ia ficar assim, ia pegar o Abreu. Dona Excelsa, sábia senhora, conhecendo bem oContinuar lendo “A morte da bezerra”

Quarenta e cinco dias depois

Segunda-feira, 20 de abril de 2020, 11:37 horas, 28º dia da quarentena decretada pela Prefeitura de Nova Friburgo, 45º de retiro desde minha internação em um hospital no Rio de Janeiro, no dia 7 de março. Nesse período, estive na rua nos dias 13, 21, 23 e 31 de março, todos por motivo de saúde.Continuar lendo “Quarenta e cinco dias depois”